- Como Bento XVI interpretou a oração de Jesus em Mateus 11 como a chave para toda a teologia cristã.
- O que essa oração muda em nossa maneira de existir diante de Deus?
- «Conhecer verdadeiramente a Deus pressupõe comunhão com Deus»: o fim de uma teologia do espectador.
- «Todo processo de conhecimento inclui uma espécie de unificação interna»: o que isso significa para nossas amizades espirituais?
- «"A unidade do conhecimento só é possível porque é a unidade do ser": por que a oração não é um exercício, mas uma existência.
- O que esta meditação nos deixa?
- Lectio divina
- ✝ Referências bíblicas
25Naquela ocasião, Jesus também disse: «Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, eu te bendigo, pois isso te agradou muito. 27Tudo o que eu faço são entrevistas comigo, Pai; eu nunca soube o que o Filho sabia ou o que eu sabia, e nunca soube o que o Filho sabia ou o que o Filho queria revelar.
Certo dia, na estrada, Jesus profere uma oração em voz alta — quase um agradecimento público. Ele agradece ao Pai por ter ocultado certas coisas dos sábios, dos especialistas, daqueles que já sabem tudo, e por tê-las revelado às criancinhas, àquelas que não têm nada a provar. Então, acrescenta uma afirmação impressionante: ninguém conhece verdadeiramente o Filho senão o Pai; e ninguém conhece verdadeiramente o Pai senão o Filho — e aquele a quem o Filho escolhe revelá-lo. É um círculo fechado, quase secreto, entre um Pai e um Filho, que, no entanto, se abre, por puro amor, a qualquer um que esteja disposto a entrar nele como uma criança.
Como Bento XVI interpretou a oração de Jesus em Mateus 11 como a chave para toda a teologia cristã.
Há uma frase de Jesus tão profunda que ocupou gerações de teólogos, e, no entanto, pode ser contida em um único suspiro de oração: ninguém conhece o Filho senão o Pai, ninguém conhece o Pai senão o Filho. Bento XVI, no primeiro volume de sua *Jesus de Nazaré*, opta por não comentar essa afirmação como mais uma curiosidade doutrinal, mas como o centro a partir do qual o restante da vida de Jesus se torna legível. O que o papa teólogo vê nesse versículo, algo que poucos enxergam com a mesma clareza, é que o conhecimento de que Jesus fala não é intelectual: é um modo de ser, uma comunhão tão total que somente ela nos permite conhecer verdadeiramente quem é o outro. E isso muda tudo, inclusive para nós, que nunca afirmamos conhecer a Deus senão por meio de palavras, catecismos e, às vezes, hábitos de oração um tanto mornos.Começamos, portanto, com uma oração pouco discutida, extraída do Evangelho segundo Mateus, capítulo onze, versículos vinte e cinco a vinte e sete. Jesus, depois de falar às multidões e de se deparar com a incompreensão de algumas cidades, volta-se subitamente para o céu e dá graças: «Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos» (Mt 11,25). Em seguida, vem a passagem que nos interessa: «Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar» (Mt 11,27). É este vigésimo sétimo versículo que Bento XVI coloca, literalmente, no início do seu capítulo sobre a oração de Jesus.
Um número inesperado para um texto que se esperaria ser reservado a especialistas.
Por que escolher um papa do século XXI, e não um Padre da Igreja, para iluminar um texto bimilionário? Precisamente porque Joseph Ratzinger, que se tornou Bento XVI, aborda este texto menos como um dogmático do que como um homem de oração buscando compreender como o próprio Jesus orava. Jesus de Nazaré não é um tratado de cristologia acadêmica destinado a seminários; é, nas palavras do próprio autor, um livro nascido de uma busca pessoal pela face do Senhor, escrito nas raras horas livres de um imenso pontificado, e publicado em 2007 pela editora Flammarion neste primeiro volume, que abrange o período do batismo no Jordão à Transfiguração. O livro se dirige a todos que desejam "conhecer Jesus", e seu autor traz para ele tanto sua fé pessoal quanto sua erudição exegética. É essa dupla qualidade — o rigor do teólogo e a interioridade do crente — que torna sua leitura de Mateus 11 tão preciosa: ele não se limita a explicar um versículo, ele nos conduz a uma oração.O que Bento XVI percebe, antes de tudo, é que a palavra "conhecer" nunca é insignificante na boca de Jesus. Tendemos a reduzir o conhecimento a um exercício mental: saber uma data, um rosto, um fato. Mas o Papa nos lembra que, ao longo da tradição bíblica, conhecer alguém implica uma proximidade de ser, não apenas de informação. Ele afirma isso inequivocamente: "Conhecer verdadeiramente a Deus pressupõe comunhão com Deus" (Jesus de Nazaré, I, capítulo sobre a oração de Jesus). Esta frase aparentemente simples refuta uma intuição muito moderna de que se pode conhecer a Deus como se conhece um objeto de estudo, de fora, a uma distância segura. Bento XVI diz o contrário: não há conhecimento de Deus sem entrar, de uma forma ou de outra, em sua vida.
Ele esclarece ainda mais, com uma formulação quase filosófica que merece consideração cuidadosa: «Todo processo de conhecimento sempre inclui, de uma forma ou de outra, um processo de assimilação, uma espécie de unificação interna entre o buscador e o objeto de sua busca» (Jesus de Nazaré, I, capítulo sobre a oração de Jesus). Em outras palavras, conhecer nunca é simplesmente observar de longe; é sempre, em graus variados, tornar-se um pouco como aquilo que se conhece. Um músico que realmente conhece uma sinfonia não apenas a ouviu: ele a internalizou a tal ponto que ela agora habita sua maneira de ouvir o mundo. Uma mãe que conhece seu filho não apenas o observou: ela, de certa forma, absorveu seu ritmo, seus silêncios, sua maneira de ser triste ou alegre, a ponto de reconhecê-los mesmo antes que sejam expressos. Se isso é verdade para conhecer um ser humano ou uma obra de arte, quanto mais é verdade para conhecer o próprio Deus — um objeto de conhecimento que não se situa em nenhum nível ontológico inferior, mas é o próprio Ser, a fonte de tudo o que existe.
É aqui que as palavras de Jesus adquirem todo o seu significado. Se o conhecimento pressupõe uma forma de unidade com o que se conhece, então somente alguém da mesma natureza que Deus pode verdadeiramente conhecê-lo. É por isso que, segundo Bento XVI, "a unidade do conhecimento só é possível porque é a unidade do ser" (Jesus de Nazaré, I, capítulo sobre a oração de Jesus). O Filho não conhece o Pai como um aluno brilhante conheceria um professor exigente, através do estudo e do mérito acumulado. Ele o conhece porque é da mesma substância que ele, porque entre eles não há distância a ser transposta pelo esforço intelectual. É um conhecimento que precede toda investigação, porque já é, desde toda a eternidade, comunhão perfeita.
E, no entanto — e é aqui que o texto se torna verdadeiramente comovente para nós — esse conhecimento, antes fechado e reservado à intimidade do Pai e do Filho, é aberto. Jesus não diz que esse conhecimento permanecerá para sempre inacessível à humanidade. Ele diz que o Filho o revela «a quem ele quiser revelar» (Mt 11,27). Bento XVI enfatiza esse ponto com uma citação joanina que ilumina e confirma sua interpretação: «Ninguém jamais viu a Deus; o Filho unigênito, que é Deus e está na intimidade do Pai, esse o revelou» (Jo 1,18). O Filho, portanto, não é apenas aquele que sabe; ele é aquele que revela, aquele que abre uma passagem onde, sem ele, haveria apenas uma parede.
O que essa oração muda em nossa maneira de existir diante de Deus?
«Conhecer verdadeiramente a Deus pressupõe comunhão com Deus»: o fim de uma teologia do espectador.
Esta declaração de Bento XVI merece atenção especial, pois desmantela um reflexo generalizado, mesmo entre crentes sinceros: a ideia de que se pode "saber mais" sobre Deus da mesma forma que se aprende mais sobre um tema de história ou filosofia. Quantos de nós acumulamos leituras espirituais, citações de santos, explicações da Trindade, sem que isso altere em nada nossa vida de oração? Pode-se recitar os artigos do Credo de cor e permanecer, fundamentalmente, alheio ao seu significado. Este não é um problema de intelecto; é um problema de comunhão.
Imagine alguém que tivesse lido todos os livros imagináveis sobre casamento, que soubesse de cor as estatísticas sobre felicidade conjugal, os conselhos de psicólogos, os tratados sobre fidelidade — mas que nunca tivesse vivido com alguém por vinte anos, nunca compartilhado uma cama, uma mesa ou noites de angústia por um filho doente. Essa pessoa "saberia" muito sobre casamento. Mas não "conheceria" o casamento. Bento XVI nos diz que essa é precisamente a diferença entre saber coisas sobre Deus e conhecer a Deus: este último requer viver um relacionamento, não apenas acumular informações precisas.
É por isso que muitas de nossas orações permanecem estéreis quando se limitam a pedir, recitar e consumir fórmulas sem comprometer nossas vidas com elas. A comunhão da qual o Papa fala pressupõe tempo dedicado, silêncio habitado e uma fidelidade que perdura na aridez espiritual. Um monge do deserto disse certa vez a um irmão que o procurou em busca de uma palavra de vida: «Vai, permanece em tua cela, e tua cela te ensinará tudo» (Abba Moisés, Ditos dos Padres do Deserto). Isso não é um conselho para se afastar do mundo por misantropia; é o reconhecimento de que o conhecimento de Deus não é adquirido pela acumulação de conhecimento externo, mas por meio de uma presença paciente e repetida, incorporada ao longo do tempo — precisamente o que Bento XVI chama de comunhão.«Todo processo de conhecimento inclui […] uma espécie de unificação interna»: o que isso significa para nossas amizades espirituais
Esta segunda citação nos convida a repensar todos os nossos relacionamentos, não apenas o nosso relacionamento com Deus. Se o conhecimento sempre implica um início de assimilação, então nossas verdadeiras amizades — aquelas que realmente nos transformam — nunca são neutras. Imperceptivelmente, nos tornamos um pouco daquilo com quem convivemos. Adotamos os padrões de fala de um amigo próximo, sua maneira de enxergar um problema, às vezes até mesmo seus gostos culinários ou musicais, sem nem mesmo perceber. É um fenômeno quase fisiológico: passar tempo com outras pessoas nos transforma.
Se isso for verdade para as amizades humanas, deveria nos alertar para nossas escolhas espirituais. Passar horas diante de telas que instigam raiva, comparação e vaidade produz lentamente em nós uma unificação interna com essa agitação — tornamo-nos mais ansiosos, mais ciumentos, mais superficiais, sem termos decidido conscientemente nada. Por outro lado, o envolvimento com as Escrituras, a contemplação do tabernáculo, a releitura lenta de uma parábola, também produz lentamente uma unificação interna — mas com paz, com gentileza, com aquele olhar particular de Jesus sobre as pessoas. Bento XVI nos lembra, sem o afirmar explicitamente, que nos tornamos aquilo que contemplamos assiduamente. Agostinho já havia percebido isso em um tom mais pessoal e ardente: «Tu nos criaste para ti, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em ti» (Agostinho, Confissões, I, 1). Esta frase, que abre um dos livros mais lidos de toda a história cristã, expressa à sua maneira o que Bento XVI desenvolve como teólogo: somos estruturalmente feitos para a união com Deus, e enquanto essa união não ocorrer, algo em nós permanece inquieto, inacabado, em busca de algo.
«"A unidade do conhecimento só é possível porque é a unidade do ser": por que a oração não é um exercício, mas uma existência.
Eis a citação mais complexa, aquela que exige maior esforço, mas também a mais libertadora quando compreendida. Se a unidade do conhecimento pressupõe uma unidade do ser, então entendemos por que somente o Filho pode conhecer o Pai com conhecimento perfeito: não há distância ontológica entre eles, nenhuma lacuna de natureza a ser transposta. O Filho não aprende a conhecer o Pai como um estudante aprende uma matéria; ele o conhece porque sempre foi da mesma substância que ele.
Mas então, poderíamos perguntar com certa ansiedade legítima, o que nos resta, criaturas de natureza radicalmente diferente, feitas de pó e fôlego emprestado? É precisamente aqui que Jesus abre uma brecha inesperada: o Filho quer que participemos, pela graça, deste conhecimento que lhe pertence por natureza. Não somos nós que ascendemos a Deus por nossas próprias faculdades intelectuais ou espirituais; é o Filho quem desce até nós e nos associa, como que por adoção, à sua própria relação filial. É exatamente isso que a oração de Jesus sugere quando diz que este conhecimento é revelado "a todos aqueles a quem o Filho quiser revelar" (Mt 11,27): não se trata de uma conquista nossa, mas de uma dádiva gratuita que nos permite entrar, à nossa maneira, numa intimidade que não nos era natural.
Isso transforma radicalmente nossa compreensão da oração cristã. Orar não se trata primordialmente de falar com um Deus distante para obter favores; trata-se de nos deixarmos atrair, pelo próprio Filho, para o movimento de amor que o une eternamente ao Pai. Quando dizemos "Pai Nosso", não estamos proferindo uma fórmula polida: estamos entrando, literalmente, nas próprias palavras do Filho, estamos tomando emprestada sua relação filial, estamos nos tornando, por um instante, participantes daquilo que ele viveu por toda a eternidade. É uma audácia de tirar o fôlego, quase escandalosa se pararmos para pensar — e, no entanto, é a mensagem central de todo o Evangelho.

O que esta meditação nos deixa?
O que resta, depois de concluirmos este denso texto sobre conhecimento e comunhão? Em primeiro lugar, uma certa humildade diante de nossas próprias pretensões teológicas. Podemos multiplicar nossas leituras, refinar nossas formulações, debater as nuances do trinitarismo, sem que isso nos aproxime um centímetro sequer de um verdadeiro conhecimento de Deus, se esse conhecimento não for acompanhado de tempo dedicado, de um silêncio profundo, de uma vida verdadeiramente compartilhada com Ele. Bento XVI nos convida a nunca confundir a acumulação de conhecimento com a comunhão vivida — e este é um alerta salutar para todos aqueles que amam ler, refletir e discursar sobre a fé sem sempre reservar um tempo para simplesmente estar diante de Deus, em silêncio, como uma criança diante de seu pai.
Então, uma profunda paz diante de nossas limitações. Jamais conheceremos a Deus como o Filho conhece o Pai — esse conhecimento pertence a uma ordem do ser que nos transcende infinitamente. Mas isso não é uma má notícia: é precisamente por essa razão que o Filho se fez homem, para nos associar, pela graça e não pela natureza, ao seu próprio conhecimento filial. Não ascendemos a Deus por nossa própria força; somos carregados, adotados, introduzidos. Esse pensamento permeou toda a tradição cristã, desde os Padres gregos até os místicos medievais, que falaram, cada um à sua maneira, dessa divinização da humanidade possibilitada pela humanidade do Filho. Bento XVI segue essa longa linhagem ao insistir na unidade do ser por trás da unidade do conhecimento: não se trata de uma descoberta pessoal, mas do eco fiel de uma intuição que percorre vinte séculos de fé cristã.
Por fim, um gesto muito simples para lembrar: da próxima vez que rezarmos o Pai Nosso, talvez possamos recordar que essas palavras não são primordialmente nossas. São as do Filho, que Ele nos empresta, que Ele nos faz dizer com Ele e nEle. Rezar dessa maneira não é recitar uma fórmula decorada; é permitir-nos, por um instante, sermos absorvidos pelo próprio movimento da Trindade — entrar, como criancinhas que nada têm a provar, num segredo que não nos foi destinado e, no entanto, nos é oferecido.
Bento XVI conclui sua meditação sobre este versículo com uma frase que resume, sem necessidade de comentários, tudo o que acabamos de abordar: "A unidade do conhecimento só é possível porque é a unidade do ser."«
Lectio divina
«Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho» (Mt 11:27).
O que você realmente busca quando ora: respostas ou uma presença? Já percebeu que você se torna um pouco parecido com as pessoas com quem passa muito tempo? O que você faria de diferente hoje se realmente acreditasse que Deus quer te atrair para o Seu círculo íntimo, e não apenas atender aos seus pedidos?
Pai, tu te ocultas aos sábios e te revelas às criancinhas. Faze-me pequeno diante de ti, sem que eu precise provar nada. Filho, empresta-me tuas palavras para me dirigir ao teu Pai. Faze-me, por um instante, participante do teu próprio conhecimento. Que eu deixe de te buscar como um objeto e aprenda a permanecer como uma criança.
Uma criança adormecida no ombro do pai, sem uma palavra, sem uma pergunta, simplesmente ali.
✝ Referências bíblicas
2 trechos · 2 livros
Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho unigênito. (João 3:16)
O Evangelho da Palavra: uma teologia profunda da Encarnação e dos sinais de Jesus.
→ Explore o Códice John- Não nos tornamos crentes provando a existência de Deus, mas sim descobrindo que Ele já nos precede.
- Vocês verão os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem (João 1:47-51).
- Por que vocês fazem o que não é lícito no sábado? (Lucas 6:1-5)
- Ele me enviou para levar Boas Novas aos pobres. Nenhum profeta encontra graça em sua própria terra (Lucas 4:16-30).
- Este é verdadeiramente um israelita; nele não há fingimento. (João 1:45-51)
- Quando o amor de Deus encontra nossa rejeição e, ainda assim, se reergue.
- Antes de sermos encontrados, fomos vistos: o que Natanael nos ensina sobre a graça.
- O que significa ter sido visto antes de ter acreditado?
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- Por que Jean-Baptiste ainda perturba os reis de nossas pequenas vidas?
- Bali, Roma e a luz que nunca se apaga: o que a Igreja diz ao homem diante da máquina.
- Jordânia 2030: quando uma terra anunciar o batismo perante a própria Igreja
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Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. (Mateus 28:20)
O Evangelho do Rei: Jesus, o novo Moisés, cumpre as Escrituras para Israel e as nações.
→ Explore o Códice de Mateus- As mulheres os acompanhavam e os serviam, contribuindo com seus próprios recursos (Lc 8:1-3)
- Tocamos flauta, e vocês não dançaram; cantamos um lamento, e vocês não choraram. (Lucas 7:31-35)
- Eles dizem, mas não fazem (Mt 23:1-12)
- Herodes mandou decapitar João na prisão. Os discípulos de João foram e contaram a Jesus (Mt 14:1-12).
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